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Atenção Pais!

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Negligência

 

O termo designa falta de cuidado, de aplicação nas tarefas, falta de apuro, de atenção, desleixo e descuido.  Com estes conceitos, nós da Equipe Pedagógica e educadores Passionistas, nos preocupamos demasiadamente com o resultado e o abalo psicológico que acarretará em nossos educandos.

Vivemos um período em que as prioridades mudaram, percebe-se que há uma maior valorização no trabalho, em passeios, viagens. O dia a dia passa despercebido e sem muita valorização, causando assim um grande desconforto e traumas muitas vezes irreversíveis para a criança. O que se tem visto em muitos casos é justamente o não atendimento de preceitos legais.

Urge ressaltar que educar é bem mais amplo do que simplesmente sustentar, ultrapassa a esfera econômica, atingindo questões psicológicas, sociais, afetivas, implicando a formação integral do ser e sua valorização em todas as suas potencialidades.

A negligência dos pais causam traumas irreversíveis nos filhos. Na Revista Pais & Filhos do  dia 07/08/2014, uma matéria nos chama atenção, a psicóloga, terapeuta familiar e diretora do Centro de Estudos da Família, Adriana Zilberman, qualifica como negligência todo tipo de ação que causa um dano físico ou psicológico na criança. “Nem sempre ela é intencional, infelizmente algumas pessoas não tem preparo para exercer a função parental de forma adequada, por falhas no caráter e até por um problema pontual”. Esquecer o filho na escola, ou esquecer-se de olhar a agenda, por exemplo, pode ser uma simples falha, mas também pode ser um tipo de rejeição.  “Isso mexe com a autoestima e em algum momento a criança vai ter que acomodar isso dentro dela”.

O outro fator preponderante dos dias atuais: a cobrança pelo perfeccionismo, projetar na criança expectativas pessoais e não aceitar suas próprias características também são formas de negligência, que podem levar a uma auto depreciação, dificuldade de relacionamento social e doenças.

Reaprender a confiar - Depois que uma negligência acontece, o melhor é reconhecer o erro e dialogar com os filhos.  Os pais podem usar os deslizes na criação dos filhos para ressignificar a convivência. “Uma relação não se constrói em um ato”.

O erro da família deve ser exposto em conversa harmoniosa e com sinceridade para a criança. Ela entenderá que os pais também não são perfeitos, dessa forma, vai adquirindo noção de compreensão. Equívocos acontecem, mas cometer os mesmos deslizes sempre, se torna rotina e o educando percebe rápido que está sendo colocado em segundo plano pela família.

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